O que analisar para definir quanto cobrar pelo seu serviço

Definir os preços dos serviços de uma oficina ou assistência técnica pode até parecer algo simples, pois a tendência é apenas seguir o que os seus concorrentes têm praticado. Saiba que isto é apenas uma das etapas da construção do seu preço.

A definição dos preços pode se tornar um diferencial extremamente competitivo, que fará sua empresa se destacar no mercado. Para que isso aconteça, algumas análises são necessárias. E é isto que vamos ver no texto de hoje.





Custos e despesas

O primeiro ponto a se analisar no momento da construção do preço cobrado pelos seus serviços é justamente o quanto você gasta para executá-lo. No mínimo a venda deve cobrir o que foi gasto.

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É importante não se esquecer de nenhum custo ou despesa nesse momento. Toda a quantia desembolsada pela empresa deve ser levada em conta, mesmo que não estejam diretamente ligados à execução do serviço.

Custos são aqueles gastos para que o serviço seja realizado. Alguns exemplos são a mão de obra de quem executa, a matéria-prima, os equipamentos, etc. Já as despesas não estão diretamente ligadas ao serviço, mas sim ao funcionamento da empresa, como gastos com pessoal, publicidade, contabilidade, entre outros.

Lucro

A partir do momento que você chega a um valor que cobre seus custos e despesas, é hora de definir o quanto você deseja ganhar além disso na venda de serviços. O lucro é o que proporcionará à sua oficina ou assistência técnica a possibilidade de continuar seus trabalhos.

Cada ramo de atuação tem um certo “padrão” na margem de lucro dos seus serviços, é importante saber qual é este valor.

Claro que, para o empreendedor, quanto maior o lucro, melhor. Mas na prática não funciona assim. Existe um limite aceitável pelo mercado para o seu preço, e é isso que veremos a seguir.

Pesquisa de mercado

Começamos o texto dizendo que não basta apenas seguir o preço que seu concorrente pratica. É verdade, mas isto não quer dizer que você não deva estar ciente do que tem sido praticado no mercado.

Após cobrir os seus custos e despesas, você passa a definir o preço final do seu serviço, como dito acima, calculando o quanto de lucro você deseja obter. Se você leva em consideração apenas a sua vontade e o que acha que seria válido para a sua empresa, corre-se o risco de se obter um preço fora da realidade de mercado.

É claro que existem clientes para todas as faixas de preço, mas você precisa entender quem você atende, quanto ele está disposto a pagar, para aí sim definir um preço justo e competitivo.

Valor para o cliente

A palavra valor pode causar certa confusão. Muitas vezes a usamos como sinônimo de preço, custo, etc. Mas aqui tratamos valor como o que o seu cliente percebe quando é “exposto” ao seu serviço.

O valor percebido pelo cliente envolve uma série de fatores que inclui, além do serviço propriamente dito, o atendimento, a forma de pagamento, o relacionamento com o cliente pós-venda, o ambiente de trabalho, além de vários outros fatores. Tudo isso formará na mente do cliente o valor da sua empresa.

Um exemplo simples pode ajudar: O quanto você estaria disposto a pagar pela melhor pizza da cidade, mas que tem a fama de demorar várias horas para ser entregue na sua casa? Viu como nem sempre a qualidade do produto ou serviço é justificativa para o preço que se cobra?

Tendo em vista isso, invista em um bom atendimento, uma gestão eficiente, melhorias no espaço físico da sua empresa, e ofereça facilidades aos clientes que nem todos os seus concorrentes oferecem. Isso aumentará o valor percebido e, por consequência, permitirá que você cobre um preço maior pelo serviço.

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